sábado, 11 de setembro de 2010

Os Mercenários

Liderados por Silvester Stallone, o elenco conta com grandes nomes do cinema. Dolph Lundgren, Mickey Rourke, Jason Statham e Jet Li e todos eles com participações privilegiadas que fazem os fãns ficarem orgulhosos na platéia.

O filme ainda oferece participações de Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger, este que faz de sua participação uma das melhores cenas do filme. Ah, tem também (não menos importante) a participação da "brasileira" Gisele Itié.



Mas vamos a história.

Na trama, um grupo de 'mercenários' é contratado pelo pragmático Sr. Church (Willis) para adentrar-se em uma ilha latina e derrubar o ditador (David Zayas). Chegando lá, eles conhecem Sandra (Giselle Itié que não comprometeu no inglês) e descobrem o real problema. Barney (Stallone) não quer aceitar o trabalho, mas a preocupação com Sandra fala mais alto.

Analisando o trabalho do diretor (Stallone), ele consegue cumprir seu papel, é claro, com algumas baixas. Como por exemplo a variação de planos. Se o plano geral (de câmera) foi usado umas três vezes foi muito. Mas não chega a comprometer.



Quanto ao roteiro também assinado por ninguem menos que... Stallone fica devendo. Mas como nem todo grande filme possui um´bom roteiro, esse pode entrar para o hall dos bons filmes com roteiros pífios.

Com boas doses de humor e um triller de ação impecável, os Mercenários tem tudo para agradar os fans do gênero, mas para os mais exigentes que apreciam uma boa história, podem ir tirando o cavalinho da chuva e alugar um bom dvd na locadora.

domingo, 22 de agosto de 2010

Salt

Eu particularmente adoro a Angelina Jolie e sinceramente não gosto de comentar seus filmes, pois acabo elogiando demais ou fazendo vistas grossas aos possiveis erros de atuação.

Angelina Jolie é Evelyn Salt, uma mulher misteriosa e "possível" agente russa trabalhando para a CIA. E o filme se fecha em torno deste contexto. Apenas este.


A idéia era ter um homem como protagonista e se pensou em Tom Cruise (Missão Impossível), mas se fechou com Angelina Jolie. Resultado, um roteiro totalmente modificado para ser adaptado à uma mulher. Mas infelizmente não se esforçaram o bastante, pois o roteiro tem falhas, buracos e o pior totalmente solto.

Angelina, por outro lado, está ótima como sempre e consegue dar carisma a um personagem nada carismático.


A fotografia das cenas externas são ótimas, porém dos ambientes internos faltam ou sobram luz. Alguem ensine ao fotógrafo que mesmo na era digital temos que saber usar um diafrágma de uma camera analógica por favor.

Graças as boas cenas de ação que o filme possui valeu o tempo gasto para assistí-lo. Mas nada mais que isso.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Toy Story 3

Toy Story 3, acaba de entrar para a história como a maior bilheteria de todos os tempos da Pixar. Até o último fim de semana o longa já havia arrecadado mais de 895 milhões de dólares em todo o mundo.

Particularmente não tenho "Toy Story" na lista de meus filmes preferidos, e confesso que fui ao cinema assistir a terceira parte sem muito entusiasmo. Mas se eu disser que minhas expectativas se confirmaram estaria mentindo. Pelo contrario, fui surpreendido. E muito!

Com um roteiro fantástico e muito bem amarrado e com ótimas fotografias com seu intenso colorido que só o mundo infantil tem, Toy Story tem tudo para se consagrar como "a animação a ser batida". E não me venham falar de Shrek pelo amor de Deus.

Andy cresceu e agora vai para a faculdade e sua mãe o obriga a dar um jeito nos brinquedos "velhos" que o acompanharam pela sua (nossa) infância. Porém de todos os brinquedos , o único que Andy decide levar para a faculdade é Woody, enquanto os restantes vão (em tese) para o sótão. Como nem tudo são flores, por uma erro da mãe os brinquedos que iriam para o sótão vão parar em uma creche. Woody então corre para resgatar os amigos e ainda voltar em tempo para ir à faculdade com Andy. E aí a aventura tem início.

Os novos personagens e com atuação magnífica dos antigos faz de Toy Story 3 sem dúvida o melhor dos 3.

As crianças se divertem e os adultos se emocionam com muita facilidade.

Sem dúvida alguma a pérola dos infantis até agora.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Harry Potter e o Enígma do Príncipe.

Olá Pottermaníacos, a franquia Harry Potter está se tornando cada vez mais lucrativa para os cinemas. O sexto capítulo da saga chegou aos cinemas na última quarta-feira, 15 de julho, e já domina as bilheterias brasileiras desde as primeiras horas após seu lançamento.


Mas será que valeu a pena esperar por quase dois anos o filme ser lançado?
Como toda adaptação, 'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' não irá agradar a todos.
Os fãns notarão que, muitas passagens do livro foram deixadas de fora e algumas (muitas) alterações serão visivelmente notadas. Cenas de ação também podemos dizer que definitivamente não é o ponto forte de David Yates (diretor do longa). Mas, a trama no geral foi bem amarrada e o que realmente importa no livro foi mostrado com perfeição.

'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' traz a história do sexto ano de Harry Potter na escola de magia de Hogwarts. O Lorde das Trevas ataca tanto o mundo dos bruxos quanto o dos trouxas.
Harry aprofunda seus conhecimentos graças a um livro recém encontrado, adolescentes se apaixonam e definitivamente Hogwarts não é mais um local seguro.

A construção dos personagens é um dos pontos altos da trama.
Jim Broadbent dá um verdadeiro show como o novo professor de poções (Horácio Slughorn) e Alan Rickman (Severo Snape) está cada vez melhor em seu papel.
Rupert Grint (Ronald Weasley) mais uma vez dispensa comentários e consegue dosar muito bem as extravagâncias da novata Jessie Cave (Lilá Brown).


David Yates, dirigiu com maestria, conseguiu adicionar um clima sombrio e uma ótima fotografia. (apesar de minha preferência ser por Alfonso Cuarón, diretor do terceiro longa).
Este filme, sem dúvida, é o que mais difere do livro, porém os acontecimentos não alterarão o rumo da história graças a competência de Yates.
Harry Potter e o Enígma do Príncipe prepara o terreno muito bem para o encerramento da franquia. Vale a pena conferir.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Da Industria Cultural à Era Digital.

É subjetivo quando falamos de arte falarmos do séc. XXI e não citarmos a Industria Cultural. Podemos dizer, que com a indústria cultural a obra de arte perdeu o seu valor? A arte, antes como objetos únicos e culturas isoladas agora já circula entre as grandes massas. Mas por isso podemos dizer que a arte perdeu o seu valor?
Quando falamos “perdeu o seu valor” não queremos nos referir ao valor financeiro, mas sim ao valor de culto.
A obra de arte sempre foi única e exclusiva e por isso sempre foi cultuada. A partir do momento que passa a ser reproduzida em larga escala passa a circular pela massa, perdendo assim sua real autenticidade e seu valor de culto graças as cópias autorizadas e não autorizadas.
Aí vocês devem estar se perguntando. O que tudo isso tem a ver?
Tem tudo a ver com a sociedade e com a propaganda.
A propaganda é uma arte e como todas as outras artes precisa de talento, criatividade, imaginação, dedicação em tempo integral. Toda grande arte precisa de capacidade para instaurar novos valores estéticos.
Tem como objetivo sempre "atingir objetivos" e por isso precisa seguir o que está em voga, observar o comportamento dos consumidores e só então elaborar suas peças, destinadas a influenciar seu grupo alvo e predispor as pessoas à compra das mercadorias que anuncia.
A grande arte, tem seus valores e princípios estéticos pertencentes ao seu próprio universo e nele se bastam. O que faz uma grande arte é a militância do artista na arte pela arte.
É provavel que a publicidade realmente permaneça como a arte do século XXI. A propaganda de massa, que hoje se da graças a Industria Cultural e a Revolução Industrial, é exposta nos veículos de comunicação e no ar livre das ruas mostra a tendência de perder importância enquanto crescem as técnicas da comunicação endereçada diretamente ao indivíduo graças aos veículos digitais (internet). Essa deve ser a grande conquista da propaganda do século atual.
Enquanto antes, nossos publicitários eram os próprios artistas da época que anunciavam suas obras para então poder vender. Mas aonde anunciavam? Não existiam meios de comunicação em massa como os atuais, a maioria das vezes eles vendiam seus produtos boca a boca. Mais tarde com o surgimento dos jornais, conseguiu-se fazer uma propaganda mais “bem feita” digamos através dos meios impressos, jornais e revistas da época. O grande fenômeno da publicidade mundial, o rádio trouxe uma grande revolução para a propaganda. Dentre as agências d epropaganda, a J.W.T. foi a pioneira na utilização desse fonômeno e mais tarde com a chegada da T.V. também foi a primeira a fazer um comercial para esse novo meio.
A propaganda está cada vez atingindo um maior número de pessoas e fazendo trabalhos cada vez mais elaborados graças ao avanço das tecnologias.
Até onde vamos avançar?